Atualizado 04/04/2018

Atos contra e pró Lula estão marcados para esta semana em Santa Catarina

Caravana de Lula passou por SC em março-Foto: Betina Humeres / Diário Catarinense

 

Essa semana será marcada por atos contra e pró o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também contra a corrupção. Os protestos vão ocorrer não apenas em Santa Catarina, mas também em outros 19 Estados brasileiros e no exterior. As manifestações são organizadas, principalmente, pelos grupos Frente Brasil Popular e pelo movimento Vem Pra Rua. 

 

Nesta terça-feira, ao menos 11 cidades catarinenses devem ser palco de protestos contrários ao ex-presidente, entre elas Blumenau, Brusque, Itajaí, Chapecó, Criciúma, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Mafra, Timbó e também em Florianópolis. Na capital a concentração será no trapiche da Beira-Mar Norte, às 18h30min. Nas demais cidades os atos estão previstos para começar entre 18h e 18h30min em pontos específicos de cada municípios. Conforme a assessoria do Vem Pra Rua, pelo menos outras 85 cidades em 19 Estados devem registrar manifestos. No exterior, brasileiros também podem se reunir e protestar contra a corrupção em cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Chile. 

 

Já na quarta-feira o dia será das manifestações em defesa da liberdade e da participação do ex-presidente nas eleições deste ano. Organizados pela Frente Brasil Popular, em Santa Catarina o ato está marcado para ocorrer às 13h em Florianópolis, no entorno da Justiça Federal, na Beira-Mar Norte. Não foram informados manifestações em outras cidades catarinenses. No entanto, na página do Facebook, estão anunciadas ações em outras 13 capitais, entre elas Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

 

É também na quarta-feira, que a Corte deve analisar em plenário o mérito do habeas corpus pedido pela defesa de Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF-4). Na Justiça Federal, o ex-presidente já teve seus recursos negados em segunda instância. Atualmente, Lula segue em liberdade por conta de um salvo-conduto concedido pelos ministros do Supremo.

Fonte: Diário Catarinense
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