Atualizado 22/01/2019

Estado passou a ter 171 pontos com balneabilidade, o que representa 78,1% da amostragem realizada pela instituição

praia

Canasvieiras é uma das praias de Florianópolis com todos os pontos considerados próprios para banho-(Foto: )

 

O número de locais com boas condições de balneabilidade cresceu em Santa Catarina, conforme o relatório divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) nesta sexta-feira. O Estado passou a ter 171 dos 219 pontos analisados como próprios para banho, o que representa 78,1% da amostragem realizada pela instituição.

 

Em comparação ao primeiro relatório, publicado na semana passada, quatro pontos passaram a ser considerados próprios para banho nas cidades de Balneário Camboriú, Florianópolis, Navegantes e Penha. Outros três locais, entretanto, deixaram de ter as devidas condições para banho: um em Florianópolis, um em Garopaba e outro em Itapema.

 

Apesar do crescimento de balneabilidade, o número de pontos próprios diminuiu na comparação com o segundo relatório do verão passado, divulgado em 14 de dezembro de 2017. Enquanto o último ano tinha 82,3% dos locais com balneabilidade, agora o número passou para 78,1%.

 

A cidade com mais pontos analisados é Florianópolis, sendo 75 ao todo. Destes, 77,1% são considerados próprios para banho, incluindo praias do continente como a de Itaguaçu e a do Meio. A Lagoa da Conceição, muito frequentada por turistas na temporada de verão, tem seis dos nove pontos analisados como balneáveis.

 

Apenas nove das 25 cidades pesquisadas tem todos os pontos considerados próprios para banho: Araranguá, Balneário Gaivota, Biguaçu, Imbituba, Itajaí, Itapoá, Jaguaruna, Laguna e Navegantes. Já o cenário contrário, de todos os locais impróprios, ocorre em Joinville e São José, que tiveram coleta em um ponto.

 

Coleta desde 1976

O boletim de balneabilidade é divulgado pelo governo desde 1976. O objetivo é mostrar quais áreas estão contaminadas ou não por esgoto doméstico. Para que a análise determine um resultado, os técnicos do IMA verificam a contagem da bactéria Escherichia coli (E.c.) presente nas fezes de animais de sangue quente. As coletas são realizadas nos pontos que recebem maior incidência de banhistas durante a temporada e também nos locais mais suscetíveis à poluição.

Fonte: Diário Catarinense
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